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(Entrevista especial)Hospital de Oliveira: exemplo de competência e administração eficaz

há 1 dia
4 min de leitura

Nesta entrevista especial à GAZETA DE MINAS, o empresário José Francisco dos Santos registra suas impressões acerca de sua visita ao hospital e Oliveira, a excelência do trabalho profissional que está sendo feito naquela instituição filantrópica, a importância da continuidade da Junta Interventora, a boa condução administrativa e a necessidade da união política em torno dos projetos a serem executados.

 

Gazeta - Há poucos dias você visitou o hospital de Oliveira. Você gostou do que viu?

José Francisco – Posso dize que, como oliveirense, fiquei surpreso e muito feliz com o grande e rápido desenvolvimento visto no Hospital São Judas Tadeu. Afirmo, sem medo de errar, que, entre todos os empreendimentos que conheço na área, inclusive em Bebedouro e Barretos, no Estado de São Paulo, o de Oliveira se destaca pelos grandes ganhos conseguidos nos últimos quatorze anos e pelo projeto ainda maior elaborado para o futuro próximo. Oliveira pode se orgulhar do seu hospital, que já é referência regional e segue para ser um dos melhores de Minas.

 

Gazeta - Em 14 anos, o faturamento do hospital passou de R$ 5 milhões para R$ 132 milhões, com crescimento médio de 15% ao ano. Como empresário, qual a sua avaliação deste crescimento?

José Francisco – Sob o ponto de vista empresarial e dentro da realidade da economia do Brasil, é um avanço simplesmente espetacular, levando em conta que se trata de uma Santa Casa, com foco na filantropia e no atendimento pelo SUS, algo que onera sobremaneira as instituições, levando muitas delas a conviverem com extrema falta de recursos e riscos de insolvência. No caso do hospital de Oliveira está ocorrendo o contrário, com clara demonstração de saúde financeira, o que é crucial para o sucesso dos projetos que estão sendo implantados. E tal crescimento só foi possível, graças à seriedade, competência e espírito público com que o hospital tem sido conduzido.

 

Gazeta - Em relação à equipe de médicos, enfermeiros, técnicos e funcionários, como você vê o hospital de Oliveira?

José Francisco – É justamente aí que encontramos as respostas para o sucesso de tudo que foi feito, até aqui. Nada disso seria possível, se a instituição não contasse com um quadro de funcionários habilitado e disposto a ajudar no que for possível. Hoje com mais de mil colaboradores, o Hospital São Judas Tadeu é um exemplo regional de competência, sob o ponto de vista de seus recursos humanos, mostrando o rigor com que tem feito a seleção e recrutamento de seus colaboradores. Na visita que fiz à entidade, vi sorrisos abertos na equipe e uma grande seriedade nos afazeres desenvolvidos naquele momento por todos. Vejo, então, que temos um ótimo hospital, com uma excelente equipe de médicos, enfermeiros, técnicos e funcionários, capaz de responder, de forma rápida e correta, às exigências de seus serviços, constituindo-se no principal pilar de sustentação de todo o complexo hospitalar e cuidando muito bem da saúde da população.

 

Gazeta - Para você, qual a importância da Junta Interventora no crescimento do hospital?

José Francisco - O trabalho da Junta Interventora é fundamental para o equilíbrio, justeza e proatividade com que são conduzidas as ações empresariais do hospital de Oliveira. Devemos ressaltar que ela é composta por pessoas idôneas, grandes profissionais em suas áreas e que levam para dentro da Santa Casa toda a experiência que resultou em ricas e reconhecidas trajetórias individuais nas empresas e instituições nas quais atuam. Posso afirmar que os atuais componentes da Junta Interventora formam uma equipe coesa, harmônica e que se reveste de todos os requisitos necessários à boa condução de suas tarefas e responsabilidades. E tudo isto feito de forma voluntária, sem receber nenhum tipo de salário, gratificação ou benefício, apenas exercendo o espírito de cidadania, voltado unicamente para a busca e alcance do bem estar coletivo. Por tudo isto, a Junta Interventora precisa dar sequência a esse valoroso trabalho, não podendo sofrer nenhum tipo de interferência, alterações radicais ou tentativas de descontinuidade.

 

Gazeta - Outro pilar do crescimento do hospital de Oliveira é o seu diretor administrativo, Ramon Gonçalves. Para você, ele faz um bom trabalho?

José Francisco – Considero o Ramon um dos mais competentes e experientes administradores hospitalares de Minas Gerais. E não falo isto para agradar, pois todos sabem que, como empresário, prezo pela eficiência dos meus diretores e gestores. O Ramon, com seu extremo rigor gerencial, dá ao hospital de Oliveira as condições básicas para que obtenha sucesso em seus empreendimentos. Ele consegue ser ao mesmo tempo rigoroso e diplomata, politicamente articulado, claramente honesto, minucioso controlador financeiro e grande construtor de projetos, pessoa responsável pelo correto uso dos recursos de que dispõe a instituição para o pleno funcionamento de seus vários setores, desenvolvimento de obras e definição de metas. Por sua envergadura profissional, Ramon poderia administrar qualquer grande hospital do país. Não podemos perdê-lo, pois por tudo que faz e representa, é força motriz imprescindível para a boa performance da Santa Casa de Oliveira, que precisa ter uma administração profissional e que não permita nenhum tipo de ingerência política.

 

Gazeta - Você tem trabalhado para conseguir recursos de emendas parlamentares para o hospital de Oliveira. Isto vai continuar ocorrendo nos próximos anos?

José Francisco – Claro. Como oliveirense e dentro de minas possibilidades, terei o máximo prazer em continuar trabalhando para conseguir recursos que possam ajudar o nosso hospital a prosseguir nesta trajetória de rápido e positivo crescimento. Para tanto, vou continuar conversando com políticos e parlamentares de todas as cores partidárias, solicitando apoio e mostrando a eles a importância social desse trabalho, único em Minas que consegue unir partidos e ideologias em torno de um propósito que tem revolucionado o setor de saúde da região. Precisamos de todos, unidos pelo bem de nossa querida Oliveira e de seu povo, que aprendi a amar, respeitar e considerar como extensão de minha própria família.

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